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Sigilos de ação, por Ray Sherwin

O SUBMUNDO

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Um dos problemas, talvez o único, do processo de sigilização, tal como este tem se desenvolvido nos, aproximadamente, últimos setenta anos, é a dissociação entre a intenção e a operação. Os pioneiros da sigilação têm defendido sempre que é essencial que, uma vez desenhado e alimentado/energizado o sigilo (usando qualquer método), o operador deve, ao menos, esquecer o objetivo do trabalho e, se possível, olvidar também o sigilo uma vez que este tenha sido destruído ou enviado aos territórios da consciência mágica. Por tal razão, alguns sigilizadores têm adotado o esquema de fazer sigilos e guardá-los com outros muitos sigilos, resgatando alguns em particular de maneira aleatória e os carregando sem saber sua intenção. Assim se conseguia o efeito desejado de separar o resultado que se pretendia do próprio trabalho, porém também se fragmentava assim as energias empregadas. Supostamente um experimento útil, ainda que pouco.

Há duas classes de sigilizadores:…

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